Eu entendo que o passado não voltará jamais
Mas trago na lembrança coisas que me satisfaz.
Marcas do passado me fazem refletir
Mas vivo no presente o que Deus me permitir.
Encho o peito de saudade dos momentos que vivi
Dos amigos e loucuras que um dia cometi.
Não descarto a hipótese de fazer tudo denovo
Mas repenso muitas vezes porque já não sou tão novo.
A prudência me convida a evitar novas loucuras
Mas meu coração se prende a paixões e aventuras.
Eu confesso que caí em inúmeras siladas
E sofri as conseqüências de atitudes impensadas
Como jovem a coragem, como homem a prudência.
Como um tolo a vontade e sozinho as conseqüências
Eu sorri, eu cantei, eu chorei, eu sofri,
Eu mandei, eu pedi e cheguei até aqui.
M.F.C
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