Já faz tempo que não sento, pra escrever o que eu penso
Eu confesso não é fáci,l o assunto é muito tenso.
Vou falar do velho Pai que me resta nesta vida.
Minhas magoas, minhas queixas, de uma vida decidida.
Sei que a vida é uma passagem, nela há flores e espinhos.
Mas o que mais me chateia, é que um vale é meu caminho.
Neste vale há muitas rochas, que me ferem nas passadas
Porém caminho sozinho, meu pai pegou uma outra estrada.
A estrada escolhida, separou o pai é o filho.
Só deixou boas lembranças, de um passado bem vivido.
Hoje ao lado de uma jovem, ele expõe a sua vida.
Mesmo tendo esta jovem, sua vida corrompida.
Nas escala dos valores, ela tem sentido oposto.
Proporciona ao meu pai, muita magoas e desgosto.
O que mais me surpreende, e forma que conduz.
Faz da vida dessa jovem, o seu fardo a sua cruz.
Mesmo toda experiência, não o pode aclarar.
Há uma fato muito simples, sua vida findará.
Não sabemos bem a ordem, pois a vida é uma surpresa.
Mas por certo neste dia, haverá muita tristeza.
A escolha que ele fez, eu não acho tão leal .
Sei que a causa é muito nobre, mas me sinto muito mal.
Pois eu vejo seu empenho e sua determinação.
Direcionado a uma pessoa, que o trata como um cão.
Enquanto ele vê o lado, positivo da historia
E comemora solitário, seu emprenho sua gloria.
Eu me sinto mais distante, do meu pai do meu amigo
O seu tempo hoje é curto, pra poder ficar comigo.
Me preencho na família, que Deus me presenteou.
Enquanto da família dele, eu sou o bem que lhe restou.
Este bem hoje esquecido, pode até ficar de lado.
Pois existem outros planos, que o deixam ocupado.
Só espero que um dia, eu não seja surpreendido.
Que ao fim da sua historia, seja então bem sucedido.
Que todos seu poemas, sejam símbolos de gloria.
Que de fato sejam, eles o retrato da vitória.
M.F.C
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